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- Seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Engenheiros e Arquitetos
Por que o maior risco da sua atividade não está no cálculo — está depois dele Engenheiros e arquitetos lidam diariamente com riscos técnicos complexos. Normas, softwares, revisões e boas práticas reduzem falhas, mas não eliminam um ponto central da atividade profissional: a responsabilidade não termina com a entrega do projeto ou da obra. Nos últimos anos, cresce no Brasil o número de reclamações judiciais e extrajudiciais envolvendo profissionais técnicos, muitas delas sem erro evidente, motivadas por danos alegados, expectativas frustradas, acidentes posteriores ou simples disputas contratuais. É nesse cenário que o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (RCP) deixa de ser acessório e passa a integrar a gestão de risco da atividade. O que mais gera processos contra engenheiros e arquitetos Entre os temas mais buscados por esses profissionais — e também os mais presentes em litígios — destacam‑se: falhas construtivas alegadas após a entrega da obra problemas estruturais ou de desempenho acidentes envolvendo terceiros danos a imóveis vizinhos incompatibilidades entre projetos erros de especificação de materiais questionamentos sobre ART ou RRT disputas contratuais com clientes, construtoras ou incorporadoras Em muitos desses casos, o debate não é técnico, é jurídico. E a simples necessidade de defesa já gera custos relevantes. A responsabilização profissional se materializa no processo, independentemente da existência de erro comprovado. Responsabilidade civil profissional: mesmo sem erro, há risco Um ponto pouco compreendido é que o profissional pode ser chamado a responder mesmo quando não cometeu erro técnico. Basta que um terceiro alegue: a existência de um dano a relação entre o dano e a atividade profissional A discussão sobre culpa, nexo causal e extensão do dano ocorre dentro do processo, e não antes dele. Isso significa que, até provar a inexistência de responsabilidade, o profissional precisa: contratar advogados produzir provas técnicas acompanhar perícias arcar com custas e despesas processuais É exatamente nesse ponto que o seguro atua. O que o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional protege De forma objetiva, o RCP foi criado para proteger o patrimônio, a continuidade profissional e a capacidade de defesa técnica. Ele pode cobrir, conforme o contrato: indenizações por danos materiais indenizações por danos corporais indenizações por danos morais lucros cessantes de terceiros custos de defesa jurídica honorários advocatícios despesas com perícias e assistentes técnicos Ou seja: não é um seguro para quem erra, mas para quem exerce uma atividade de risco. ART e RRT não são proteção financeira ART e RRT cumprem função essencial: identificam o responsável técnico. Mas é justamente por isso que não protegem o profissional. Elas: não pagam advogados não cobrem indenizações não oferecem suporte jurídico não reduzem impacto financeiro de um processo Na prática, tornam explícita a responsabilidade — e o seguro é o instrumento que permite administrá‑la. Empresas de engenharia e arquitetura: risco ampliado Quando a atividade é exercida por meio de pessoa jurídica, o risco se amplia: maior exposição patrimonial múltiplos profissionais envolvidos contratos mais complexos valores de obras mais elevados Nesses casos, o seguro pode ser estruturado para: cobrir a empresa incluir sócios, diretores e responsáveis técnicos contemplar obras, projetos e atividades específicas A ausência de seguro, em muitos contratos privados, já é vista como fragilidade de governança. Seguro não substitui ética, técnica ou prevenção Assim como no caso clássico do Citicorp Center, amplamente estudado em escolas de engenharia, o seguro não evita falhas. O que ele faz é permitir que decisões técnicas e éticas sejam tomadas sem que o medo da ruína pessoal paralise o profissional. Gestão de risco responsável combina: competência técnica documentação adequada comunicação estruturada suporte jurídico e transferência de risco financeiro Quando o seguro deve ser acionado Boa prática profissional recomenda que, diante de: reclamação formal notificação extrajudicial citação judicial identificação de falha potencial O profissional comunique imediatamente a seguradora, mesmo antes de qualquer admissão de responsabilidade. O tempo e a forma da comunicação fazem diferença no desfecho. Conclusão: maturidade profissional passa pela gestão do risco Engenharia e arquitetura são atividades essenciais, técnicas e socialmente sensíveis. Ignorar o risco jurídico não torna o profissional mais ético — apenas mais vulnerável. O Seguro de Responsabilidade Civil Profissional não é um produto comercial isolado. É uma ferramenta de maturidade profissional, alinhada à ética, à governança e à preservação da carreira. Entender como ele funciona, o que cobre e como deve ser estruturado é parte do exercício consciente da profissão. Material técnico‑educativo, voltado a engenheiros, arquitetos e empresas que atuam em contextos reais de risco e responsabilidade.
- Responsabilidade objetiva no CDC: quando a empresa responde sem prova de culpa?
Quando um cliente reclama de um serviço, muitas empresas respondem quase automaticamente: “Mas nós não tivemos culpa.” Essa frase pode fazer sentido em algumas discussões, mas não resolve todos os casos. Nas relações de consumo, o Código de Defesa do Consumidor prevê situações em que o fornecedor de serviços pode responder por danos independentemente da demonstração de culpa. Isso é conhecido como responsabilidade objetiva. Mas é importante não distorcer o conceito. Responsabilidade objetiva não significa que toda reclamação será aceita. Também não significa que qualquer insatisfação do consumidor gera indenização. Significa que, em determinadas situações, a discussão deixa de depender apenas da pergunta “a empresa agiu com culpa?” e passa a envolver outros pontos: houve defeito no serviço? Houve dano? Existe relação entre o serviço e o prejuízo alegado? A informação prestada foi clara? O risco foi explicado? O contrato delimitava o escopo? Para clínicas, escritórios, consultorias, empresas de engenharia, tecnologia, manutenção, saúde, turismo, estética, educação, serviços ambientais e demais prestadores, essa diferença é prática. Ela afeta proposta, contrato, comunicação, documentação, defesa e análise dos seguros de responsabilidade civil. Responsabilidade objetiva no CDC exige clareza na prestação de serviços, documentação adequada e análise técnica dos riscos. O que é responsabilidade objetiva no CDC? Na responsabilidade subjetiva, a discussão costuma passar pela demonstração de culpa: negligência, imprudência ou imperícia. Na responsabilidade objetiva, a culpa não é o centro da análise. No CDC, o fornecedor de serviços pode responder pelos danos causados por defeitos relativos à prestação do serviço ou por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos. Em termos práticos, uma reclamação pode ser analisada a partir de perguntas como: houve dano efetivo? o serviço apresentou defeito? o dano decorreu do serviço prestado? a informação ao consumidor foi clara e suficiente? o serviço ofereceu a segurança legitimamente esperada? há alguma causa capaz de afastar a responsabilidade? Perceba: a análise continua existindo. O que muda é o caminho da discussão. Responsabilidade objetiva não é responsabilidade automática Essa é uma das confusões mais perigosas. Uma empresa não deve ser responsabilizada apenas porque o cliente ficou insatisfeito. Insatisfação, sozinha, não prova defeito do serviço. Também não prova dano indenizável, nexo causal ou falha de informação. Em uma reclamação, normalmente será necessário separar: a expectativa do consumidor; a oferta feita pela empresa; o escopo efetivamente contratado; as informações prestadas; a forma de execução do serviço; os documentos existentes; a causa do dano alegado; as possíveis excludentes de responsabilidade. Essa separação ajuda a evitar dois erros comuns. O primeiro é a empresa achar que basta dizer “não tivemos culpa”. O segundo é imaginar que, por se tratar de CDC, não há defesa possível. Nem uma coisa, nem outra. O serviço foi defeituoso ou apenas não atendeu à expectativa? Nem todo resultado indesejado significa defeito do serviço. Um serviço pode ser corretamente prestado e, ainda assim, não gerar o resultado que o cliente esperava. Uma consultoria pode analisar informações e recomendar caminhos, sem garantir aumento de faturamento. Uma empresa de engenharia pode elaborar um projeto, sem assumir a execução da obra. Uma clínica pode prestar atendimento adequado, mas depender de histórico, exames, adesão ao tratamento e acompanhamento. Uma empresa de tecnologia pode implantar um sistema, enquanto infraestrutura, segurança, hospedagem ou integrações dependem de outros fornecedores. Uma empresa ambiental pode orientar medidas técnicas, mas depender de licenças, condicionantes, terceiros, transporte, destinação e documentação operacional. O problema começa quando essas limitações não ficam claras. Quanto menos delimitado estiver o escopo, maior o espaço para o cliente afirmar que contratou algo mais amplo do que o prestador pretendia entregar. Informação clara é obrigação, não diferencial Prestar informação adequada não é vantagem comercial. É obrigação mínima. O consumidor precisa entender o que está contratando, quais são os limites do serviço, quais riscos existem, quais providências dependem dele e quais fatores não estão sob controle exclusivo do prestador. Isso vale especialmente para serviços técnicos. Informar não é apenas colocar uma cláusula genérica no contrato. A informação precisa ser compreensível, compatível com a complexidade do serviço e coerente com a forma como a empresa vendeu a solução. Uma proposta comercial que promete demais pode criar expectativa. Um contrato genérico pode aumentar dúvida. Uma mensagem de WhatsApp pode virar prova. Um site ou Instagram com promessa ampla pode influenciar a interpretação da relação. A comunicação comercial pode gerar responsabilidade, expectativa e prova contra o prestador. Mas isso não significa cobertura automática no seguro. Danos decorrentes de publicidade, promessa de resultado, material promocional, website, garantia contratual ou comunicação comercial podem estar excluídos, fora do objeto da apólice ou depender de cobertura específica. Contrato assinado ajuda, mas não trabalha sozinho O contrato de prestação de serviços é essencial, mas ele não resolve tudo isoladamente. Em uma reclamação, podem ser analisados também: proposta comercial; orçamento; e-mails; mensagens; ordens de serviço; termos de aceite; relatórios; laudos; prontuários; ART/RRT, quando aplicável; licenças e autorizações; registros de entrega; alterações de escopo; subcontratos; documentos de fornecedores; comprovantes de orientação ao cliente. Profissionais e empresas bem-intencionados podem ficar mais expostos quando não conseguem provar o que foi contratado, informado, executado e entregue. A falta de prova não transforma automaticamente o prestador em responsável. Mas dificulta a defesa. A pessoa jurídica precisa olhar para processo, não só para técnica Em empresas prestadoras de serviço, o risco nem sempre está apenas na execução técnica. Também pode estar na organização do serviço. Quem vendeu? Quem prometeu? Quem atendeu? Quem executou? Quem supervisionou? Quem assinou? Quem documentou? Quem subcontratou? Quem validou a entrega? Quem respondeu ao cliente? A pessoa jurídica se apresenta ao mercado com marca, equipe, processos, proposta, contrato, canais de atendimento, publicidade e estrutura operacional. Por isso, a análise pode ir além do ato individual de um profissional. O problema pode estar em falha de informação, falha de organização, escopo impreciso, ausência de registro, treinamento inadequado, promessa comercial exagerada ou falta de controle sobre subcontratados. O impacto financeiro de uma reclamação Uma reclamação pode gerar custos antes mesmo de qualquer condenação. A empresa pode precisar lidar com defesa técnica, advogado, perícia, assistente técnico, produção de documentos, audiências, reuniões, acordo, retrabalho, dano material, dano moral, lucros cessantes, desgaste reputacional e perda de tempo operacional. Em algumas atividades, o impacto pode ser ainda maior. Na engenharia, uma falha alegada pode envolver obra, vizinhos, atraso, reforço, projeto, execução e subcontratados. Na saúde, pode envolver prontuário, consentimento, dano corporal, dano moral, dano estético e discussão técnica. Em tecnologia, pode envolver indisponibilidade, erro de implantação, perda de dados, segurança da informação e prejuízo operacional. Em serviços ambientais, pode envolver contaminação, limpeza, destinação, transporte, licenças, autuação e terceiros prejudicados. Por isso, responsabilidade civil não deve ser lembrada apenas quando a notificação chega. Onde entram os seguros de responsabilidade civil? Os seguros de responsabilidade civil podem fazer parte da proteção financeira de empresas e profissionais. Mas seguro não transfere responsabilidade. A responsabilidade continua sendo do profissional, empresa, prestador de serviço, administrador, contratante ou segurado. O que pode ser transferido à seguradora são determinados prejuízos financeiros decorrentes de riscos, eventos ou reclamações cobertas, desde que o fato esteja amparado pelo contrato de seguro, não esteja excluído e respeite limites, sublimites, franquias/POS, base temporal, retroatividade quando aplicável, obrigações do segurado, documentos exigidos, dever de colaboração, regras de perda de direito e demais condições contratadas. Seguro é o contrato. Valor de seguro é a análise que faz esse contrato conversar com o risco real do segurado. Responsabilidade civil e cobertura securitária são análises diferentes Estar previsto no CDC, no Código Civil, em norma técnica ou no contrato de prestação de serviços não significa automaticamente estar coberto pelo seguro. Uma reclamação pode existir e não estar coberta. Uma responsabilidade pode ser discutida judicialmente e não se enquadrar na apólice. Uma seguradora pode aceitar determinado risco e outra não. Uma cobertura adequada para uma atividade pode ser insuficiente para outra. Por isso, não basta contratar “um RC” de forma genérica. Dependendo da atividade, pode fazer sentido avaliar RC Profissional, E&O, RC Geral, D&O, RC Obras, RC Ambiental, Riscos de Engenharia, Cyber ou uma combinação de seguros. Cada contrato tem objeto próprio. Cada apólice possui coberturas, exclusões, limites, documentos exigidos e regras de funcionamento. Como a Daruca analisa esse tipo de risco Na Daruca, a análise começa pela atividade real do segurado. Antes de olhar apenas o Valor do Seguro, é preciso entender: qual serviço é prestado; quem é o contratante; quem é o consumidor ou terceiro potencialmente afetado; como o serviço é vendido; qual promessa comercial é feita; qual contrato é utilizado; quais documentos são gerados; quais riscos podem gerar reclamação; quais danos seriam financeiramente sensíveis; quais seguros conversam com essa exposição. A análise técnica também precisa verificar se a apólice reflete a realidade do segurado: atividade declarada, pessoa física ou jurídica segurada, sócios, empregados, prepostos, subcontratados, custos de defesa, base temporal, retroatividade, limites, franquias/POS e exclusões. O menor preço de seguro pode ser caro se a apólice não conversar com o risco real. O valor de seguro está na leitura que evita contratar uma resposta inadequada para uma pergunta mal formulada. Conclusão Responsabilidade objetiva no CDC não deve ser tratada como condenação automática. Também não deve ser ignorada pela empresa que presta serviços. Ela exige clareza, processo, documentação, contrato bem estruturado e comunicação compatível com a entrega real. Do ponto de vista do seguro, a lógica é a mesma: não basta existir uma reclamação. É preciso verificar se o evento está dentro das condições contratadas. A pergunta mais importante talvez não seja apenas: “Minha empresa teve culpa?” Mas sim: “Se houver uma reclamação, conseguiremos demonstrar o que foi contratado, informado, executado e entregue — e a apólice contratada conversa com esse risco?” Essa pergunta costuma fazer diferença antes, durante e depois do sinistro. Andrea Freitas Corretora de Seguros | Daruca Corretora de Seguros Publicado em 15/07/2026 Andrea Freitas é corretora de seguros na Daruca Corretora de Seguros, com atuação consultiva na análise de riscos, contratos de seguro, responsabilidade civil e proteção patrimonial do segurado.
- A proposta comercial pode virar problema jurídico
Uma proposta comercial costuma nascer com uma função simples: apresentar o serviço, mostrar o Valor do Seguro ou dos honorários, organizar condições e facilitar a decisão do cliente. Mas, na prestação de serviços, ela pode assumir outro papel. Quando surge uma reclamação, a proposta pode ser lida como documento de expectativa: o que foi prometido, o que foi omitido, o que parecia incluído, qual resultado foi sugerido e quais limites não foram explicados. Por isso, para prestadores de serviço, profissionais liberais, empresas técnicas, consultorias, clínicas, escritórios, empresas de engenharia, tecnologia, meio ambiente e gestão, a proposta comercial não deve ser tratada apenas como peça de venda. Ela também faz parte da prevenção de risco. Proposta comercial clara ajuda a alinhar expectativa, escopo e responsabilidade na prestação de serviços. Antes do contrato, já existe uma promessa Nem todo problema começa no contrato formal. Às vezes, começa antes. Começa na frase usada para vender. Começa no escopo descrito de forma genérica. Começa na expressão “serviço completo”. Começa na promessa de “solução garantida”. Começa na ausência de uma observação simples: “este item não está incluído”. Na relação com o cliente, a proposta pode ser o primeiro documento que organiza a expectativa sobre o serviço. Se ela promete demais, simplifica demais ou silencia sobre pontos importantes, pode criar uma base frágil para toda a contratação. O problema não está em vender bem. Está em vender sem delimitar. A proposta comercial deve ser lida em quatro camadas Uma proposta bem construída não precisa ser pesada, defensiva ou cheia de linguagem jurídica. Mas ela precisa conversar com quatro camadas da relação de prestação de serviços. 1. A camada comercial: o que foi apresentado ao cliente A proposta tem função comercial. Ela precisa ser clara, objetiva e atraente. Mas linguagem comercial não deve virar promessa absoluta. Frases como “cuidamos de tudo”, “resultado garantido”, “regularização completa”, “ambiente 100% seguro”, “sem risco”, “aprovação garantida” ou “solução definitiva” podem parecer boas no momento da venda. Em uma reclamação, porém, podem ser interpretadas como promessa de resultado, garantia ampla ou assunção de responsabilidade além do serviço contratado. A proposta pode vender valor, experiência e método. Mas deve evitar certeza quando o serviço depende de documentos, informações do cliente, terceiros, órgãos públicos, validações externas, equipe interna, prazos de resposta ou condições fora do controle do prestador. 2. A camada documental: o que fica registrado A proposta também é documento. Ela pode mostrar o que foi oferecido, qual era o escopo, quais entregáveis estavam previstos, quais etapas foram incluídas e quais condições foram aceitas. Por isso, a proposta precisa responder perguntas práticas: O que será entregue? Em qual formato? Com qual profundidade? Em qual prazo? Com quantas revisões? Com quais documentos de base? Com quais limitações? Com quais responsabilidades do cliente? Com quais itens excluídos? Quanto mais genérica a proposta, maior o espaço para interpretação posterior. E, quando a interpretação fica aberta, cada lado tende a lembrar da negociação de um jeito. 3. A camada contratual: o que precisa conversar com o contrato A proposta comercial não deve prometer algo que o contrato depois tenta limitar de forma contraditória. O ideal é que proposta, contrato, anexos, mensagens relevantes, aceite e documentos técnicos contem a mesma história. A proposta pode apresentar escopo, etapas, entregáveis, valores, prazos e premissas. O contrato pode detalhar obrigações, responsabilidades, pagamento, confidencialidade, propriedade intelectual, hipóteses de rescisão, mudanças de escopo, aprovações, documentos e regras de comunicação. Quando proposta e contrato não conversam, nasce uma zona de conflito. O cliente pode sustentar que contratou com base na proposta. O prestador pode tentar se apoiar no contrato. E a discussão passa a ser menos sobre a qualidade do serviço e mais sobre o que foi prometido antes da contratação. 4. A camada securitária: o que pode aparecer em uma reclamação A proposta comercial também pode ser relevante quando existe seguro de responsabilidade civil. Não porque ela cria cobertura automaticamente. Mas porque pode ajudar a entender o escopo do serviço, a atividade prestada, a expectativa formada, a origem da reclamação e os documentos usados na regulação do sinistro. Nos seguros de responsabilidade, como RC Profissional, RC Geral, D&O, Ambiental ou Cyber, a análise depende do contrato de seguro: coberturas contratadas, exclusões, limites, franquia/POS, base temporal, documentos, aviso de sinistro, obrigações do segurado e enquadramento do fato reclamado. A proposta do prestador pode ser parte da prova do risco. Mas a cobertura securitária depende da apólice. Frases comerciais que merecem tradução técnica Algumas expressões não precisam ser proibidas, mas devem ser melhor explicadas. “Serviço completo” pode virar: serviço composto pelas etapas descritas nesta proposta, limitado aos entregáveis indicados. “Cuidamos de tudo” pode virar: conduzimos as etapas técnicas sob responsabilidade da contratada, observadas as informações, documentos e aprovações de responsabilidade do cliente. “Regularização garantida” pode virar: elaboração e acompanhamento dos documentos necessários ao protocolo, sem garantia de aprovação por órgão público ou terceiro competente. “Ambiente 100% seguro” pode virar: implementação de medidas de mitigação de riscos, conforme escopo contratado, sem eliminação absoluta de riscos operacionais, humanos, tecnológicos ou externos. “Projeto aprovado” pode virar: elaboração de projeto para submissão aos órgãos competentes, observadas exigências legais, técnicas e documentais aplicáveis. Essa mudança de linguagem não enfraquece a venda. Ela melhora a qualidade da expectativa. O que uma proposta comercial deve deixar claro Uma proposta mais segura costuma registrar cinco pontos essenciais. Primeiro, o escopo. O cliente precisa entender o que será feito e o que será entregue. Segundo, as exclusões. O que não está incluído deve aparecer de forma objetiva, especialmente quando for algo que o cliente poderia imaginar como parte natural do serviço. Terceiro, as premissas. A proposta deve indicar quais informações, documentos, acessos, aprovações e condições foram considerados para elaborar o serviço. Quarto, as dependências. Se o prazo, o resultado ou a execução dependem do cliente, de terceiros ou de órgão público, isso precisa estar informado. Quinto, a regra de mudança. Alterações de escopo, novos pedidos, revisões extras, exigências imprevistas e etapas adicionais devem depender de aprovação formal, com possível ajuste de valor e prazo. Esses pontos não transformam a proposta em um contrato longo. Eles apenas reduzem espaço para mal-entendido. Quando a proposta vira problema A proposta pode se tornar problemática quando: promete resultado que o prestador não controla; não separa serviço contratado de serviço desejado pelo cliente; omite exclusões importantes; usa palavras absolutas sem ressalva técnica; deixa obrigações do cliente fora do documento; não informa dependências externas; não prevê mudança de escopo; contraria o contrato formal; não guarda prova de aceite; não registra versão final enviada ao cliente. Em uma relação tranquila, nada disso parece grave. Em uma reclamação, cada detalhe pode importar. O seguro entra depois, mas a gestão de risco começa antes O seguro de responsabilidade civil é uma ferramenta importante de proteção patrimonial e operacional, mas ele não substitui boa documentação. Também não corrige automaticamente proposta mal formulada, promessa excessiva ou escopo confuso. Se houver reclamação, a apólice será analisada conforme as condições contratadas. Isso inclui o tipo de risco coberto, os fatos alegados, os documentos apresentados, o período de vigência, a retroatividade quando aplicável, o aviso de sinistro, os limites, as franquias/POS e as exclusões. Por isso, proposta comercial, contrato de prestação de serviços e contrato de seguro precisam ser vistos como documentos diferentes, com funções diferentes. A proposta organiza a oferta e a expectativa. O contrato de prestação de serviços define a relação entre prestador e cliente. O seguro de responsabilidade civil estabelece em quais condições a seguradora indeniza ou reembolsa valores decorrentes de reclamações cobertas. Confundir essas três camadas é uma forma de criar falsa segurança. Uma proposta melhor protege os dois lados Uma proposta comercial clara não serve apenas para proteger o prestador. Ela também melhora a experiência do cliente. O cliente sabe o que está contratando. O prestador sabe o que deve entregar. O contrato fica mais coerente. A documentação fica mais organizada. A regulação de eventual sinistro tem mais elementos para análise. A relação começa com menos ruído. Na prática, proposta bem feita não é excesso de formalidade. É parte da gestão de risco. Conclusão A proposta comercial pode abrir uma boa contratação. Ou pode abrir uma futura discussão. Tudo depende da forma como ela apresenta o serviço, delimita escopo, informa exclusões, registra premissas e evita promessas que não podem ser sustentadas tecnicamente. Para prestadores de serviço, vender com clareza é mais do que uma boa prática comercial. É prevenção. Na Daruca, a análise do seguro de responsabilidade civil considera esse contexto: o risco não começa apenas na reclamação ou no sinistro. Muitas vezes, ele começa no documento que apresentou o serviço ao cliente. E quanto melhor esse documento conversa com o contrato, com a realidade da prestação e com a apólice contratada, menor tende a ser o espaço para conflito desnecessário. Andrea Freitas Corretora de Seguros | Daruca Corretora de Seguros Publicado em 16/07/2026 Andrea Freitas é corretora de seguros na Daruca Corretora de Seguros, com atuação consultiva na análise de riscos, contratos de seguro, responsabilidade civil e proteção patrimonial do segurado.
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- Seguro Viagem | Coberturas e Assistência | Daruca
Conte com nossa expertise para proteger seu veículo ou sua frota. Da cobertura básica contra roubo ou incêncio às garantias mais abrangentes, como alagamento, colisão e danos a terceiros, oferecemos soluções personalizadas que preservam seu patrimônio. Seguro de Automóvel Você dirige e os riscos te acompanham pelo caminho Uma freada inesperada, um veículo que avança a preferencial, uma motocicleta que surge entre os carros. Às vezes, evitamos um acidente por alguns centímetros ou frações de segundo. Passado o susto, seguimos nosso caminho. Dirigir faz parte da rotina. Os riscos também, mesmo quando passamos anos sem sofrer um acidente. Se um deles se transformar em prejuízo, as consequências podem envolver o próprio automóvel, outros patrimônios e pessoas — e alcançar valores muito diferentes daqueles que imaginávamos. O seguro permite transferir determinadas consequências financeiras à seguradora. Para escolher bem, precisamos compreender quais riscos estamos transferindo, em quais condições e o que continuará por nossa conta. Top of Page Seção 5 Grade de seção 2 Seção 3 Seção 4 Seção 6 Seção 4 Seção 4 Seção 4 Seção 9 Seção 4 Seção 9 Seção 4 Seção 9 Seção 4 O valor do seu automóvel é a parte do risco que podemos mensurar Quando pensamos em seguro de automóvel, normalmente começamos pelo próprio veículo: quanto ele vale, quanto custaria repará-lo e qual seria o prejuízo de um roubo. São preocupações legítimas. O automóvel representa um patrimônio e, muitas vezes, é indispensável à rotina. Para contratar sua proteção, temos uma referência concreta. Conforme o produto, podemos escolher uma garantia baseada em percentual da Tabela FIPE ou em valor determinado. A indenização seguirá as condições contratadas, mas existe um parâmetro para dimensionar a cobertura. Na responsabilidade civil, precisamos escolher um limite para um prejuízo que ainda não conhecemos. Não sabemos qual veículo poderemos atingir, quantas pessoas estarão envolvidas, quais bens serão danificados ou quanto poderá custar a reparação das consequências de uma lesão. E, quando a responsabilidade civil estiver legalmente caracterizada, a obrigação de reparar os danos não desaparece porque o limite do seguro foi insuficiente. Por isso, os limites para danos a terceiros merecem tanta atenção quanto a proteção do próprio automóvel. Faz sentido avaliar limites elevados e financeiramente viáveis, compreendendo também o alcance das garantias. Um acidente. Vários prejuízos. Imagine uma colisão envolvendo dois outros automóveis, com prejuízos apurados de R$ 150 mil e R$ 250 mil. Um dos veículos era utilizado profissionalmente. Além dos danos ao automóvel, seu proprietário comprovou R$ 30 mil em lucros cessantes: rendimentos que deixou de obter em consequência do acidente. O prejuízo considerado chega a R$ 430 mil . Se a apólice tiver um limite disponível de R$ 200 mil para danos materiais e todos esses valores forem indenizáveis pela garantia, a seguradora poderá responder pelos R$ 200 mil. Os R$ 230 mil excedentes permanecerão com quem for civilmente responsável. O limite contratado restringe a obrigação da seguradora. Ele não limita a responsabilidade do causador em reparar os danos. Quando o limite for insuficiente : O prejuízo ultrapassou o limite disponível. Neste exemplo, a diferença permanece com quem responde civilmente pelos danos. Quando o limite for suficiente : Neste acidente, o limite disponível seria suficiente para os prejuízos considerados. Isso não significa que será suficiente em qualquer outro acidente. E se acontecer outro acidente na mesma vigência? Além do valor escolhido, precisamos compreender como o limite funciona ao longo da apólice. Quando o contrato estabelece um limite agregado para a vigência, consumido pelas indenizações e sem reintegração, um sinistro reduz o valor disponível para os próximos. No exemplo, um limite de R$ 500 mil, após uma indenização de R$ 430 mil, deixaria R$ 70 mil disponíveis naquela cobertura. Se um segundo acidente provocasse R$ 150 mil em prejuízos indenizáveis, a seguradora responderia por até R$ 70 mil. Os R$ 80 mil restantes permaneceriam com o responsável. Este segundo cenário considera expressamente limite agregado por vigência, consumo pelas indenizações e ausência de reintegração. Contratos com limites por sinistro ou outras regras podem produzir resultados diferentes. Não basta conhecer o número da cotação. É preciso saber quanto estará disponível após um sinistro. Quando o acidente envolve pessoas Ferimentos podem gerar despesas de tratamento e reabilitação, perda de rendimentos, pensões e outras reparações legalmente devidas. A RCF-V — Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos — pode amparar determinadas consequências financeiras dessa responsabilidade, conforme as garantias contratadas. Danos materiais, corporais e morais podem ter limites próprios, definições e exclusões. A existência de cobertura para danos corporais não permite presumir cobertura para danos morais. Também não se deve presumir que o saldo de uma garantia possa ser utilizado em outra. A responsabilidade civil permanece com quem responde legalmente pelo acontecimento. O seguro transfere consequências financeiras, dentro das regras e dos limites contratados. Um automóvel também transporta pessoas Familiares, amigos, colegas de trabalho ou passageiros transportados profissionalmente. A proteção dessas pessoas merece uma análise própria. A cobertura de Acidentes Pessoais de Passageiros — APP pode contemplar morte acidental, invalidez permanente por acidente e despesas médico-hospitalares, conforme as garantias contratadas. APP e responsabilidade civil têm funções diferentes O APP prevê pagamentos segundo as regras das garantias de acidentes pessoais, geralmente sem depender da apuração de culpa do motorista. A responsabilidade civil está ligada à obrigação legal de reparar danos pelos quais alguém seja responsável. Uma garantia não substitui automaticamente a outra. Também é necessário verificar como cada contrato trata os ocupantes do veículo na cobertura de responsabilidade civil. O capital indicado merece atenção Um capital de R$ 20 mil ou R$ 30 mil precisa ser avaliado diante das consequências que se pretende amparar. Na invalidez permanente, por exemplo, o pagamento pode corresponder a um percentual do capital segurado, conforme a lesão e os critérios contratuais. Contratar R$ 30 mil não significa receber esse valor integral em qualquer acidente com lesão. É importante verificar quem está abrangido, se o motorista está incluído, quais garantias foram contratadas e como funcionam os limites por pessoa e por acidente. Para transporte remunerado ou compartilhado, a utilização real do veículo precisa ser informada e analisada pela seguradora. Eventuais seguros oferecidos por plataformas também devem ser examinados pelas suas próprias condições. O conserto do carro e a continuidade da rotina Dois seguros podem anunciar cobertura para colisão e oferecer condições diferentes quando chega a hora de reparar o veículo. Podem variar os tipos de peças admitidos, a escolha da oficina, os procedimentos de autorização e as condições de garantia do serviço. Essas diferenças nem sempre aparecem na comparação entre o valor do seguro e a lista de coberturas. Peças e oficina fazem parte da escolha É importante compreender quando o contrato prevê peças novas e originais, equivalentes ou recuperadas, e quais regras se aplicam a cada componente. A possibilidade de escolher a oficina também precisa ser examinada junto às condições de atendimento. Ter liberdade de escolha não dispensa os procedimentos de análise e autorização previstos no contrato. A franquia define uma parcela do seu desembolso Considere um reparo coberto de R$ 12 mil, sujeito a uma franquia de R$ 4 mil. Observadas as condições contratuais, o segurado pagará R$ 4 mil, e a seguradora responderá pelos R$ 8 mil restantes. Uma franquia maior pode reduzir o valor do seguro, mas aumenta a participação do segurado no reparo. A escolha deve considerar a economia na contratação e a capacidade de desembolso quando o veículo precisar de conserto. O carro reserva precisa atender à sua necessidade Se o reparo demorar 45 dias e o contrato disponibilizar apenas 15 ou 30 diárias, sem prorrogação, o carro reserva poderá terminar antes de seu automóvel ficar pronto. Também importam a categoria oferecida, os requisitos da locadora, a caução, os condutores autorizados e as despesas que permanecerão com o usuário. Para quem depende de adaptações por deficiência física, um automóvel convencional pode não resolver a necessidade de mobilidade. É preciso verificar se existe uma alternativa contratual adequada. A presença de um serviço na cotação só é útil quando suas condições atendem à realidade de quem vai utilizá-lo. Nem todo prejuízo nasce de uma colisão Incêndio, granizo, queda de árvore e alagamento também podem danificar o automóvel. A resposta do seguro depende dos acontecimentos abrangidos, das exclusões e das circunstâncias do caso. O incêndio do carro e os danos a terceiros exigem análises diferentes Ter cobertura para incêndio do próprio automóvel não significa que todos os danos causados pela propagação do fogo estarão cobertos. Se outros veículos ou uma edificação forem atingidos, será necessário examinar a garantia de responsabilidade civil. Nos veículos elétricos, o carregamento pode envolver regras específicas sobre instalações, equipamentos e condições de utilização. Essas diferenças devem ser consideradas antes da contratação. Água doce e água salgada podem receber tratamentos diferentes Uma cobertura para alagamento não permite presumir proteção para qualquer dano provocado pela água. Para quem vive no litoral ou utiliza balsas, a distinção entre água doce e água salgada, assim como eventuais exceções contratuais, pode ser decisiva. Assistência e pequenos reparos também têm regras Guincho, socorro mecânico, chaveiro e troca de pneus podem facilitar a rotina, mas “assistência 24 horas” não descreve, sozinha, o alcance dos serviços. Quilometragem, destinos permitidos, quantidade de acionamentos e alternativas para continuar a viagem podem variar. Serviços de pequenos reparos, para-choques, pneus, rodas e suspensão também possuem gatilhos, limites financeiros, participações do usuário, redes de atendimento e exclusões próprias. A escolha deve considerar onde você circula, quanto viaja e de quais serviços realmente poderá precisar. O contrato precisa acompanhar a utilização real do veículo Quem dirige habitualmente, como o automóvel é utilizado e onde permanece são informações relevantes para a análise do risco. Mudanças durante a vigência também precisam ser avaliadas. Passar a utilizar o veículo para transporte remunerado, por exemplo, exige comunicação à seguradora e análise das condições aplicáveis. Há uma distinção essencial: Informar uma característica do risco, obter sua aceitação e possuir cobertura para determinado acontecimento são etapas diferentes. A aceitação do uso não elimina as exclusões do contrato. É necessário relacionar a atividade real às garantias efetivamente oferecidas. Quando você precisa utilizar o seguro No sinistro, a seguradora examina o acontecimento, as coberturas, os documentos e os prejuízos indenizáveis. Podem surgir dúvidas sobre responsabilidade, reparos, peças, limites ou aplicação de exclusões. O segurado também precisa observar as obrigações de comunicação e os procedimentos contratuais. Nos contratos acompanhados pela Daruca, o trabalho no sinistro envolve organizar as informações, examinar a resposta da seguradora e defender os interesses contratuais do segurado. Mas existe uma questão anterior ao atendimento: Mesmo quando a seguradora cumpre integralmente o contrato, parte do prejuízo pode permanecer com o cliente. Pode ser uma franquia, um excedente acima do limite, um acontecimento excluído ou uma necessidade que o serviço contratado não atende. É por isso que a análise começa antes da contratação. Seguro é contrato. Primeiro, ele precisa fazer sentido no papel. Uma cotação apresenta coberturas, limites, franquias, serviços e o valor do seguro. Para decidir, precisamos compreender o que esses itens significam na prática. Na Daruca, essa leitura parte do automóvel, de sua utilização, das pessoas transportadas, das necessidades de mobilidade e da exposição financeira do cliente. As alternativas são comparadas para tornar claras as garantias oferecidas, suas condições e os riscos que continuarão com o segurado. Você conhece o valor do seu carro. O valor de um futuro acidente, não. A escolha do seguro precisa considerar os dois. Antes de contratar ou renovar, converse com a Daruca sobre o seu Seguro de Automóvel. Analisar meu Seguro Auto Assistência 24 horas e Sinistro Auto Deslize para o lado para encontrar sua seguradora. Salve o telefone da seguradora na sua agenda, antes de ligar. Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Capitais e Gdes Centros Telefone Gde São Paulo Telefone Demais Cidades Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Capitais e Gdes Centros Telefone Gde São Paulo Telefone Demais Cidades Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Capitais e Gdes Centros Telefone Gde São Paulo Telefone Demais Cidades Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Nacional Assistência Online Atendimento em Japonês Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Chat Allianz Assistência Online Central de Atendimento Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Regiões Metropolitanas Assistência Online Telefone Demais Cidades Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Nacional Assistência Online Central de Atendimento Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Chat Online Central de Atendimento Assitência Online Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Demais Cidades Telefone Capitais e Regiões Metroolitanas Central de Relacionamento Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Telefones Capitais e Regiões Metropolitanas Central de Atendimento Telefone Demais Cidades Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Central de Atendimento Telefone Nacional Cobertura de Vidros Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Whatsapp Telefone SP e RJ Central de Atendimento Telefone Demais Cidades Portal de Cliente Oficinas Referenciadas Aviso de Sinistro Dúvidas Frequentes O que é seguro de automóvel? É um contrato entre o consumidor e a seguradora . Fazem parte desse contrato as Condições Gerais, as Condições Especiais, as Condições Particulares, a Proposta, a Vistoria, a Apólice e os Endossos. Qual é a finalidade do seguro de automóvel? Todo seguro serve para diminuir os prejuízos financeiros de quem o contrata . O objetivo do seguro de automóvel é garantir as PERDAS que o veículo segurado sofrer, em decorrência dos EVENTOS ou IMPREVISTOS cobertos pela seguradora nas condições contratuais e contratados pelo segurado na apólice, e também pode garantir a reparação dos DANOS causados involuntariamente a terceiros. Além disso, é possível contratar coberturas adicionais para aumentar a proteção e o conforto na hora do sinistro. O que uma corretora de seguros faz? Nós, da Daruca , somos a ponte entre você e a seguradora. Prestamos serviço para você, consumidor, ajudando-o a encontrar o contrato mais adequado às suas necessidades. Elaboramos o contrato, cuidamos da aceitação junto à seguradora, acompanhamos o pagamento das parcelas, apoiamos nossos clientes na hora do sinistro, atendemos seus terceiros e providenciamos a renovação para que nossos clientes nunca fiquem desprotegidos. Quais são os tipos de perdas indenizáveis? É possível contratar um seguro de automóvel com um ou outro ou ambos os tipos de PERDAS e respectivo tipo de INDENIZAÇÃO : Perda Total (Indenização Integral) : ocorre quando os danos no veículo segurado superam 75% do valor segurado ou quando não for possível repará-lo. Perda Parcial (Indenização Parcial) : aplica-se quando os danos podem ser consertados e o cujo valor não ultrapassar 75% do valor segurado. O que é Cobertura Compreensiva? A Cobertura Compreensiva é uma proteção voltada ao veículo segurado e pode cobrir vários dos riscos , eventos ou imprevistos listados mais abaixo. Desde já, alertamos que não existe seguradora que cubra todos esses riscos em uma única apólice, mas há diversas opções que oferecem proteção para a maioria desses eventos. Portanto, após escolher os tipos de indenização (perda total e/ou perda parcial ), o cliente escolhe quais desses eventos fazem mais sentido pra ele e o corretor localiza e cota nas seguradoras que garantem cobertura para tais eventos. Riscos que podem ser segurados, dependendo do produto de cada Seguradora: Roubo e Furto ; Perdas causadas pela tentativa do Roubo e Furto ; Colisão, choque, abalroamento, capotagem ; Queda de pontes ou em precipícios ; Queda acidental sobre o veículo, de qualquer agente externo, objeto ou substância , desde que este não seja parte do veículo ou não esteja nele afixado (em caráter permanente) ou atrelado (engatado); Queda acidental sobre o veículo, de sua carga transportada , desde que em decorrência de colisão, choque, abalroamento ou capotagem acidental; Acidentes durante o transporte por qualquer meio apropriado ; Incêndio e Explosão ; Queda de Raio e suas consequências; Queda de Granizo, Furacão e Terremoto ; Submersão total ou parcial por água doce proveniente de inundação e enchente, inclusive de veículos guardados em subsolo ; Alagamento ; Ressaca e Ventos Fortes ; Reparo do Air-Bag ou reposição deste por outro do mesmo tipo e qualidade, em razão de falha ou defeito. O veículo deverá ter até dois anos de uso (contados a partir do ano/modelo) e não estar sob a garantia do fabricante; Despesas necessárias ao socorro e salvamento do veículo em consequência de um dos riscos cobertos , até o limite máximo da garantia fixada no contrato; Despesas referentes aos danos materiais comprovadamente causados pelo Segurado e/ou por terceiros na tentativa de evitar o sinistro, minorar o dano ou salvar a coisa ; Atos Dolosos de Terceiros I - exclusivamente incêndio ou explosão resultantes de atos danosos praticados por terceiros; Atos Dolosos de Terceiros II - atos danosos praticados por terceiros de forma isolada ou esporádica, excluídos os danos à pintura ou relacionados com tumultos, motins, greves, lock-out e quaisquer outras perturbações de ordem pública. Este compilado foi realizado pela Daruca Corretora de Seguros e reúne todos os imprevistos possíveis de cobertura na Cobertura Básica ou Cobertura Casco do Seguro de Automóvel, considerando todas as condições contratuais protocoladas na SUSEP e disponíveis para comercialização até janeiro de 2025. Não existe um único seguro que cobra todos os eventos acima. Cada seguradora define o que vai cobrir nas condições contratuais. O que a Cobertura de Roubo/Furto cobre? A Cobertura de Roubo/Furto garante indenização no caso de Perda Total decorrente de Roubo e Furto do veículo segurado. Alguns produtos de seguro de automóvel podem prever cobertura para um ou mais dos eventos abaixo: Perda Parcial decorrente de Roubo e Furto ; Incêndio e Explosão ; Queda de Raio e suas consequências; verá ter até dois anos de uso (contados a partir do ano/modelo) e não estar sob a garantia do fabricante; Despesas necessárias ao socorro e salvamento do veículo em consequência de um dos riscos cobertos , até o limite máximo da garantia fixada no contrato; Este compilado foi realizado pela Daruca Corretora de Seguros e reúne todos os imprevistos possíveis de cobertura na Cobertura Básica ou Cobertura Casco do Seguro de Automóvel, considerando todas as condições contratuais protocoladas na SUSEP e disponíveis para comercialização até janeiro de 2025. Não existe um único seguro que cobra todos os eventos acima. Cada seguradora define o que vai cobrir nas condições contratuais. Quais fatores interferem no valor do meu seguro auto? Para fazer o cálculo do seguro para o seu carro, os principais fatores que determinam o preço são: marca, modelo e ano do veículo; finalidade de uso; em quais áreas e cidades o veículo circula, se possui estacionado; quem é e qual a idade do condutor principal; se existem outros condutores. As diferentes cláusulas e coberturas a serem contratadas, bem como o valor da franquia, também podem alterar o valor final do seguro. Em caso de alagamento, os veículos na garagem estão cobertos pelo seguro auto? Sim, a Cobertura Compreensiva indeniza o segurado dos prejuízos que venha a sofrer em consequência de danos materiais, causados ao veículo segurado, provenientes dos riscos cobertos a seguir relacionados: a submersão parcial ou total do veículo em água doce, proveniente de enchentes ou inundações, inclusive nos casos de veículos guardados no subsolo. OBS: 99% das seguradoras não indenizam danos causados por água salgada ou ressaca do mar. O que é franquia de seguro? O termo franquia, refere-se ao valor previsto em contrato que deve ser pago quando a seguradora for acionada pelo cliente. Esse valor é aplicado nos sinistros de perda parcial, exceto nos casos de incêndio, explosão acidental ou em consequências de raios. O que é classe de bônus? A classe de bônus é uma forma de categorizar a experiência do seu seguro. Toda a vez que o seguro é renovado, sem que tenha sido acionado, você ganha uma classe de bônus. Por outro lado, se o seguro for acionado você poderá perder uma ou mais classe de bônus ou mais. No entanto O acionamento dos serviços de Assistência 24 horas ou guincho, não afeta a sua classe de bônus. As classes de bônus são transferíveis entre as seguradoras (de acordo com a política de cada uma). Para saber a sua classe de bônus consulte sua apólice ou corretor. Quais coberturas adicionais posso incluir no seguro? Para complementar a cobertura ou aumentar seu conforto na hora de usar o seguro, as seguradoras disponibilizam coberturas adicionais: Extensão de Perímetro : Cobertura para viagens ao exterior; Isenção do Pagamento da Franquia : Cobertura que dispensa o pagamento da franquia no primeiro sinistro indenizável; Assistência 24h : para situações como pane mecânica, elétrica, troca de pneus, reboque e socorro aos passageiros; Passageiros : Proteção contra danos corporais aos ocupantes em acidente envolvendo o veículo; Carro Reserva : Em caso de sinistro, tenha um carro substituto para continuar sua rotina; Lucros Cessantes : lucros cessantes por paralisação do veículo segurado; Vidros : Cobertura Adicional para reparo ou troca de para-brisa, vidros laterais e traseiro, podendo incluir Lanternas, Faróis, Retrovisores e Teto Solar ou Panorâmico; Acessórios : Cobertura Adicional de Acessórios, Opcionais não de série, Carrocerias, Blindagem, Kit Gás e/ou Equipamentos enquanto fixados no veículo; Despesas Extras : Reembolso de despesas extraordinárias em caso de Perda Total ou Perda Parcial ou Bens deixados no interior do Veículo; Serviço Rápido de Martelinho de Ouro : Serviço de reparo de pintura e funilaria (riscos e ovinhos); Proteção de Rodas e Pneus : Cobertura para reparo ou reposição de roda ou pneu danificado por buracos nas vias públicas. O que é responsabilidade civil facultativa de veículos (RCF-V)? A Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V) ou o Seguro contra a terceiros, garante o pagamento da indenização aos demais envolvidos no acidente, quando o segurado for o responsável pelo acidente. Para que serve a cobertura de responsabilidade civil facultativa de veículos (RCF-V)? RCF - Danos materiais : se você bater no carro ou bens de outras pessoas enquanto estiver dirigindo, esta cobertura ajudará a pagar as despesas de reparo ou reposição do bem. Além disso, se necessário, ela também poderá cobrir custos processuais e com honorários de advogados se for acionado judicialmente, pelo terceiro. RCF - Danos corporais : se você causar um acidente que machuque outras pessoas, essa cobertura ajudará a pagar as despesas médicas e hospitalares delas. RCF - Danos morais e estéticos : essa cobertura existe para cobrir possíveis indenizações caso você tenha comprovadamente insultado alguém durante um acidente. Por exemplo, se a pessoa envolvida no acidente ficar inválida, sofrer deformidades ou perder movimentos ou membros do corpo, esta cobertura pode ser utilizada para pagar indenizações. Quais os locais de abrangência do seguro auto? O Seguro Auto tem abrangência em todo o território nacional . Você pode acionar os serviços de sinistro e os benefícios em qualquer cidade e estado brasileiro que possua o atendimento. Caso você viaje com seu carro para países do Mercosul, oferecemos o seguro Carta Verde, que é obrigatório nesses locais. O que é seguro Carta Verde? O Carta Verde é um seguro exclusivamente de Responsabilidade Civil Veicular Obrigatório para veículos que ingressam nos países integrantes do Mercosul. Essa cobertura serve para indenizar terceiros caso o segurado cause algum acidente nesses países. Qual é a importância da cobertura de Acidentes Pessoais a Passageiros (APP)? Ninguém gosta ou quer pensar nisso, mas caso aconteça, essa ajuda pode ser muito importante. APP – MORTE E INVALIDEZ : Acidentes podem acontecer, caso os passageiros do veículo venham a ficar inválido ou alguém falecer, esta cobertura garante a indenização até o limite do valor contratado nos casos de uma possível invalidez permanente, parcial ou total, também em caso de falecimento de algum dos passageiros. APP – DMH (Despesas Médicas e Hospitalares) : Nem todas as seguradoras oferecem cobertura para DMH. Ela servirá caso um ou mais passageiros do veículo venham a se ferir, esta cobertura garante a indenização até o limite do valor contratado nos casos de despesas médicas e hospitalares comprovadas e relacionadas com o acidente. Algumas seguradoras também amparam despesas odontológicas e farmacêuticas. Como consulto as condições contratuais do meu seguro? As condições contratuais estão disponíveis no site da respectiva seguradora e também no site da SUSEP. A base de consulta da SUSEP contém todos os produtos registrados eletronicamente cuja comercialização esteja liberada atualmente ou já tenha sido liberada em algum momento. Digite, no campo indicado do site, o número do processo SUSEP informado em qualquer um dos documentos contratuais (proposta, apólice, endosso, certificado, bilhete, título de capitalização ou outro documento), o qual pode ter um dos seguintes formatos: XXXXX.XXXXXX/XXXX-XX XX.XXXXXX/XX-XX XXX-XXXXX/XX XXXXX.XXXXXX/XX-XX Ao digitar, inclua números, ponto("."), traço("-") e barra("/"). Em seguida clique em "Buscar". Consulta Pública de Produtos - SUSEP http://www.susep.gov.br/menu/consulta-de-produtos-1 As condições do seu seguro serão aquelas com início de comercialização imediatamente anterior a data de início de vigência da sua apólice ou endosso. Assistência 24 horas: quais os serviços disponíveis? As seguradoras disponibilizam mais de um pacotes de Serviços de Assistência 24 horas e não é só a quilometragem do guincho que muda, os demais serviços também variam de acordo com a cláusula de assistência contratada na apólice. O ideal é a assistência 24 horas oferecer pelo menos: Reboque com KM de acordo com a opção contratada Reparo no local ou reboque após pane 2° reboque em caso da mesma pane Reboque após acidente, roubo ou furto localizado Troca de pneus Chaveiro Motorista Amigo Carro substituto Transporte emergencial Pagamento de hospedagem Transporte para recuperação do veículo Reboque até o posto mais próximo em caso de pane seca/falta de combustível Remoção médica após acidente ou incêndio Traslado do corpo em caso de falecimento Hospedagem de acompanhante Prolongamento de estada Guarda do veículo Envio de pessoa da família em caso de hospitalização Retorno antecipado do segurado em caso de falecimento de parente próximo Para conhecer todos os detalhes das assistências, consulte as condições gerais da sua apólice. O que fazer na hora do sinistro? O momento do sinistro exige ações precisas para preservar seus direitos e garantir o correto processo de indenização. Obrigações Preventivas (o descumprimento dessas obrigações invalida a cobertura do seguro) Mantenha o veículo em bom estado Comunique alterações de uso, guarda e características Informe mudança de condutor principal Informe mudança de CEP pernoite Informe mudança na finalidade de uso de veículo Atualize dados cadastrais regularmente Preserve os dispositivos de segurança Fique atento à validade da CNH dos condutores Respeite as normas de trânsito Se beber, se estiver sob efeito de medicamentos ou drogas, não dirija Na Hora do Sinistro Ações Imediatas Cuidado ao abrir a porta para descer do veículo Sinalize o local adequadamente Acione as autoridades competentes, especialmente se houver vítimas Registre com fotos os danos e o local do acidente Escolha uma oficina (encontre as oficinas por seguradora na seção abaixo) Peça guincho para remover até a oficina (encontre os contatos por seguradora na seção abaixo) Comunique seu corretor Abra o sinistro na seguradora (encontre o link por seguradora na seção abaixo) Documentação Técnica Boletim de Ocorrência Obrigatório nos casos de Roubo/Furto e Acidentes com Vítimas. Recomendado quando não se sentir responsável pelo acidente. Dados completos de testemunhas (se houver) Dados completos dos envolvidos Foto da CNH vigente dos envolvidos Placa ou documento dos veículos envolvidos Fotos do local Fotos dos danos Preservação de Direitos Aguardar autorização para reparos Manter o veículo preservado Seguir orientações técnicas Documentar todas as comunicações Pontos Críticos de Atenção Nunca assuma culpa no local Não faça acordos com terceiros sem a orientação e autorização da seguradora Não autorize reparos sem autorização da seguradora Comunique o acidente à seguradora imediatamente Na dúvida, entre em contato com seu corretor de seguros. Carro reserva: como funciona? O carro reserva é uma facilidade para aquelas horas que você fica sem o seu carro temporariamente, em caso de sinistro. Você pode utilizar um carro alugado de acordo com o plano de dias contratado, entrando em contato com a seguradora após a autorização dos reparos do seu carro. São exigências da locadora que o segurado ou condutor tenham mais de 21 anos, pelo menos 3 anos de habilitação e apresentem uma garantia de crédito de aproximadamente R$ 800,00 para locar o veículo. Seguro em Foco Nossa equipe Daruca Corretora de Seguros Ltda CNPJ 74.394.255/0001-12 SUSEP 202050317 Desde 1994
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Seguro é contrato. A Daruca analisa coberturas, exclusões, limites, franquias e condições para estruturar seguros para pessoas, profissionais e empresas. Seguro de RC Profissional Mesmo sem errar, você pode precisar se defender. O contrato é que vai dizer como. Até definições como Segurado, Terceiro, Reclamação e Custos de Defesa mudam entre seguradoras. Por isso, antes de comparar valores, é preciso entender como você trabalha e o que cada contrato efetivamente garante . Entender o RC Profissional Seguro Empresarial Uma empresa não é um risco só. Incêndio, vendaval, danos elétricos, roubo, quebra de equipamentos e outros eventos podem atingir estrutura, estoque, máquinas, mercadorias e a própria continuidade da operação. Por isso, o seguro precisa considerar o que existe na empresa, quanto custaria repor e quais prejuízos podem comprometer seu funcionamento . Entender o Seguro Empresarial RC Geral Alguns prejuízos da empresa aparecem na reclamação de terceiros. Clientes, fornecedores, visitantes ou outras pessoas podem sofrer danos corporais ou materiais relacionados à atividade da empresa e exigir reparação. O RC Geral protege o patrimônio do segurado diante de determinadas responsabilidades civis decorrentes da operação, até os limites das coberturas contratadas . Entender o RC Geral RC Empregador Um acidente de trabalho também pode gerar responsabilidade civil. Acidentes sofridos por empregados durante o exercício de suas atividades podem, além das obrigações trabalhistas e previdenciárias, gerar reclamações de responsabilidade civil contra o empregador. O RC Empregador pode amparar a responsabilidade da empresa por danos corporais sofridos por empregados em situações cobertas pelo seguro , conforme as condições, exclusões e limites contratados. Entender o RC Empregador RC Produtos O risco não termina quando o produto é entregue. Um defeito, falha, vício ou problema relacionado ao produto pode causar danos depois da fabricação, venda ou distribuição. O RC Produtos protege a empresa diante de reclamações de terceiros por danos causados por produtos abrangidos pelo seguro, inclusive quando o problema só aparece depois da entrega . Entender o RC Produtos Riscos de Engenharia Uma obra ou instalação em andamento ainda não está pronta — e já está exposta a perdas importantes. Erro de execução, incêndio, vendaval, queda, alagamento, desmoronamento, roubo de materiais e outros eventos podem atingir a obra, equipamentos, estruturas, máquinas e serviços em fase de construção, instalação ou montagem. O Seguro de Riscos de Engenharia protege determinados bens, serviços e etapas da execução, conforme o tipo de obra, instalação ou montagem e as coberturas contratadas . Entender o Seguro de Riscos de Engenharia RC Obras Uma obra também pode causar prejuízos para quem está fora dela. Queda de objetos, danos a imóveis vizinhos, acidentes com terceiros, incêndio, explosão ou desabamento podem gerar responsabilidades durante a execução. O RC Obras protege o responsável pela obra diante de reclamações de terceiros relacionadas aos riscos abrangidos pela contratação . Entender o RC Obras Vida em Grupo Um benefício para o colaborador também protege quem depende dele. O Seguro de Vida em Grupo oferece proteção financeira aos segurados e seus beneficiários em situações previstas nas coberturas contratadas, como morte, invalidez e outras garantias. A estrutura pode variar bastante conforme o perfil da empresa, dos colaboradores e dos capitais escolhidos . Entender o Vida em Grupo Seguro D&O Decisões de gestão também podem gerar responsabilidade pessoal. Diretores, administradores, conselheiros e executivos podem ser questionados por decisões, atos ou omissões praticados no exercício de suas funções. O D&O protege o patrimônio pessoal dos administradores diante de determinadas reclamações relacionadas à gestão, podendo incluir custos de defesa e outras garantias previstas no seguro . Entender o Seguro D&O Seguro Cyber Um incidente digital pode parar uma empresa que continua inteira por fora. Ransomware, vazamento de dados, fraude eletrônica, indisponibilidade de sistemas e outros incidentes podem gerar paralisação, custos técnicos, despesas jurídicas e reclamações. O Seguro Cyber pode reunir proteção para resposta ao incidente, recuperação da operação, responsabilidade perante terceiros e outras consequências financeiras previstas na contratação . Entender o Seguro Cyber Seguro Ambiental Um dano ambiental pode continuar produzindo consequências muito depois do evento inicial. Vazamentos, contaminação do solo ou da água, emissão de poluentes e danos a recursos naturais podem gerar despesas de contenção, remediação e reclamações de terceiros. O seguro ambiental protege contra determinadas responsabilidades e despesas decorrentes de eventos ambientais, de acordo com a atividade e as coberturas contratadas . Entender Seguro Ambiental Seguro Residencial O seguro não “cobre a casa” de forma genérica. Incêndio, danos elétricos, vendaval, roubo, vazamentos e outros eventos podem atingir imóvel, conteúdo e responsabilidades relacionadas à residência. Cada cobertura possui seu próprio risco e seu próprio limite de indenização . Por isso, casa, apartamento, bens e forma de uso precisam ser considerados separadamente. Entender o Seguro Residencial Seguro Auto Proteger o carro é só uma parte do seguro. Além dos danos ao próprio veículo, um acidente pode gerar responsabilidade por prejuízos causados a terceiros, despesas médicas e hospitalares dos passageiros e necessidade de assistência 24h. Franquia, limites para terceiros, serviços, perfil de uso e forma de reparação podem fazer tanta diferença quanto o valor do seguro . Entender o Seguro Auto Seguro de Vida A proteção não precisa começar pela morte. Um Seguro de Vida também pode incluir coberturas para situações que afetam renda, autonomia e despesas enquanto o segurado está vivo, além da proteção destinada aos beneficiários. A escolha depende de quem precisa ser protegido, por quanto e diante de quais situações . Entender o Seguro de Vida Seguro Viagem O imprevisto pode acontecer longe de casa. O atendimento não deveria começar no improviso. Despesas médicas, extravio de bagagem, cancelamentos, atrasos e outros acontecimentos podem gerar custos e dificuldades durante a viagem. O Seguro Viagem reúne assistências e coberturas escolhidas de acordo com o destino, duração e perfil da viagem . Entender o Seguro Viagem Seguro é contrato. Primeiro, ele precisa fazer sentido no papel. Antes de contratar Entendemos o risco, conferimos as informações, comparamos seguradoras, coberturas, exclusões, limites, franquias e condições. Só depois apresentamos as alternativas que realmente fazem sentido. Durante a vigência O risco pode mudar. Acompanhamos alterações relevantes, endossos, documentos, renovações e situações que possam exigir ajuste na proteção contratada. E quando mais precisar Ajudamos a organizar o aviso, reunir documentos, acompanhar a seguradora e conferir se a regulação e a indenização seguem o que foi contratado. Seguradoras Trabalhamos com diferentes seguradoras porque contratos, aceitação, coberturas, serviços e condições mudam. A escolha depende do risco e do que cada contrato oferece. 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Conte com nossa expertise para proteger o que você construiu. Da cobertura básica contra incêndio às garantias mais abrangentes, oferecemos soluções personalizadas que preservam seu patrimônio e garantem a continuidade das suas operações. Solicite sua Cotação de Seguro de Empresarial Whatsapp Questionário Dúvidas Frequentes Seguros Essenciais para Empresas: Guia Completo de Proteção Conheça as modalidades de seguros que podem ser cruciais para a continuidade e solidez da sua empresa: 🔸 Proteção Patrimonial • Empresarial : Abrange danos materiais por incêndio, explosão e outros eventos • Riscos de Engenharia : Para obras e reformas • RD Equipamentos : Cobertura para máquinas e lucros cessantes • Transportes : Segurança para mercadorias em trânsito • Frota : Segurança para veículos da frota 🔸 Responsabilidade Civil (RC) • RC Geral : Ampara operações, produtos, serviços e eventos • RC Profissional : Proteção específica para prestadores de serviços • D&O : Resguarda decisões de gestores e diretores • Ambiental : Proteção contra danos ao meio ambiente • Cyber : Salvaguarda contra vazamentos de dados e ataques cibernéticos 🔸 Capital Humano • Vida em Grupo : Proteção financeira para colaboradores e familiares • Saúde : Assistência médica completa • Acidentes Pessoais : Coberturas específicas para acidentes • Viagem : Reembolso de despesas médicas durante viagem 🔸 Garantia Contratual • Seguro Garantia : Respaldo para contratos • Fiança Locatícia : Garantia de aluguel A escolha das proteções ideais deve considerar : - Porte da empresa - Setor de atuação - Riscos específicos da operação - Requisitos legais e contratuais - Estratégia de gestão de riscos Na Daruca Corretora, oferecemos uma análise técnica personalizada para identificar as proteções mais adequadas ao seu negócio. Nossa equipe especializada está pronta para desenvolver um programa de seguros que atenda às necessidades específicas da sua empresa. Entre em contato para uma consultoria detalhada e descubra como podemos contribuir para a segurança e continuidade do seu negócio. Solicite agora sua análise de riscos empresariais. Qual é o objetivo do seguro empresarial? O principal objetivo do seguro empresarial é proteger financeiramente a empresa contra eventos futuros e incertos que causem prejuízos aos bens segurados , contribuindo para a continuidade do negócio após eventos adversos cobertos pela apólice, garantindo o pagamento de indenização à empresa segurada em caso de danos devidamente comprovados, desde que: 1. Ocorram durante a vigência da apólice 2. Aconteçam dentro do local de risco declarado na apólice 3. Sejam decorrentes de riscos cobertos pelo contrato 4. Estejam dentro dos limites máximos de indenização contratados Adicionalmente, o seguro pode abranger: Danos causados a terceiros Perda do faturamento durante paralisação por ocorrência de sinistro Coberturas específicas conforme a necessidade da empresa Quais as exigências mínimas para uma empresa poder contratar seguro empresarial? No mínimo, a empresa deve estar em operação, o local de risco precisa ter alvará de funcionamento, AVCB ou CLCB válido e cumprindo as exigências impostas pelo Corpo de Bombeiros em tais documentos. AVCB : Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros CLCB : Certificado de Licença do Corpo de Bombeiros https://bombeiros.com.br/avcb-clcb/ O que é Cláusula de Rateio? A Cláusula de Rateio existente nos seguros empresariais, prevê a possibilidade de a Empresa assumir uma proporção dos prejuízos (além da P.O.S. ou franquia) caso, no momento do sinistro, seja verificado pela Seguradora que o Valor da Cobertura Incêndio está menor que 80% do Valor Total Real do Patrimônio da Empresa. Exemplo : Uma empresa contrata seguro com R$ 500mil para Incêndio. Ocorre um incêndio, que deixa R$ 500mil de prejuízo indenizável. A seguradora, após o sinistro, avalia que os bens da empresa, na verdade, totalizam R$ 1 milhão. Neste caso, a empresa assegurou apenas 50% do seu patrimônio e, portanto, a seguradora indenizará 50% do prejuízo e ainda descontará a P.O.S. ou franquia e a depreciação, quando houver. Ou seja, considerando uma P.O.S. de 5% e que o seguro foi contratado pelo valor novo (sem depreciação), então a empresa receberá de indenização menos de R$ 238mil, ficando com um prejuízo de, no mínimo, R$ 262mil e a sensação de que o seguro não serviu pra nada. Por isso é extremamente importante que a empresa não apenas no momento da contratação do seguro, mas também durante toda a vigência da apólice, mantenha o Valor em Risco sempre atualizado e o mais próximo possível da realidade. O que é Local de Risco? Local de Risco é o conjunto de dependências situadas no mesmo terreno, que pertençam a Empresa , compreendendo: 1. Prédios e seus anexos, instalações elétricas e hidráulicas, assim como tudo aquilo que componha suas construções (exceto fundações, alicerces e o terreno), tanques e silos metálicos ou de concreto, instalações de combate a incêndio, estufas, tubulações e benfeitorias indispensáveis ao funcionamento do estabelecimento segurado, desde que integrem as estruturas da construção, 2. Respectivos Conteúdos , composto por máquinas, equipamentos, móveis, utensílios, instalações, mercadorias e matérias-primas, existentes nos locais de risco e não excluídos do contrato, desde que inerentes ao ramo de negócio do segurado, podendo algumas Seguradoras também abranger os, 3. Painéis de Propaganda e Anúncios. O que é Valor em Risco Declarado (VRD) e Valor em Risco Apurado (VRA)? Antes da contratação do seguro empresarial, a empresa deve realizar uma avaliação de quanto dinheiro é necessário para reconstruir o imóvel (incluindo instalações de luz, água, esgoto, antenas, anúncios, placas solares) e repor o conteúdo (móveis, material de escritório, estoque, mercadorias, máquinas, equipamentos, todo o conteúdo) existentes no local a ser segurado. Valor em Risco Declarado (VRD) será o valor total da avaliação feita pela empresa. Recomendamos que a empresa contrate o seguro pelo mesmo Valor em Risco Declarado. Vamos imaginar, que meses depois da contratação do seguro, ocorreu um incêndio de grandes proporções que consumiu uma parte significativa a empresa. Após comunicar o sinistro, será designado um perito da seguradora para apurar os prejuízos e também o valor atual da empresa. Valor em Risco Apurado (VRA) é a avaliação feita pela seguradora do valor dos bens existentes no local no momento do sinistro. Se verificado que o Valor Apurado pela seguradora é maior de o Valor Declarado pelo segurado, então pode ser aplicada a Cláusula de Rateio . O que significa Primeiro Risco Absoluto e Primeiro Risco Relativo? Primeiro Risco Absoluto : é uma condição do contrato de seguro, que prevê que se Valor em Risco Declarado for menor que o valor pré-estabelecido pela seguradora em suas condições contratuais, então não será aplicada a Cláusula de Rateio, mesmo que o Valor em Risco Apurado seja maior que o Valor em Risco Declarado. Primeiro Risco Relativo : essa condição prevê que no caso do Limite Máximo de Indenização da cobertura de Incêndio ou o Valor em Risco Declarado for inferior a 80% do Valor em Risco Apurado, então a Cláusula de Rateio será aplicada. O que é Franquia e POS (participação obrigatória do segurado)? Franquia e POS (Participação Obrigatória do Segurado), se estipuladas na apólice, são ambas obrigatórias e servem como mecanismos de compartilhamento de risco entre a seguradora e o segurado, incentivando o segurado a adotar medidas preventivas e regulando o custo do seguro. FRANQUIA É um valor fixo e expresso em reais na apólice. Exemplo : Se você tem uma franquia de R$ 1.000,00 e ocorre um dano de R$ 5.000,00, você paga os primeiros R$ 1.000,00 e a seguradora os R$ 4.000,00 restantes. POS - PARTICIPAÇÃO OBRIGATÓRIA DO SEGURADO Já a POS é um percentual sobre os prejuízos indenizáveis ou, dependendo da cobertura um período, como horas ou dias, que você também deve arcar antes que a seguradora comece a indenizar o restante do prejuízo. Exemplos : Se você tem uma POS de 10% dos prejuízos com mínimo de R$ 5.000,00 e ocorre um dano de R$ 500mil, você participa com R$ 50mil e a seguradora indeniza R$ 450mil. E, neste caso, se o dano for igual ou menor a R$ 50mil, você participa com o valor mínimo de R$ 5mil e a seguradora indeniza o restante até atingir R$ 50mil. Coberturas tais como: Pagamento de Aluguel, Despesas Fixas e Lucros Cessantes costumam ter uma POS fixada em horas ou dias de paralisação após sinistro. Exemplo : POS de 120 horas. Neste caso, a seguradora indenizará os prejuízos a partir do 6º dia de paralisação das atividades por conta da ocorrência do sinistro. Como consulto as condições contratuais do meu seguro? As condições contratuais estão disponíveis no site da respectiva seguradora e também no site da SUSEP. A base de consulta da SUSEP contém todos os produtos registrados eletronicamente cuja comercialização esteja liberada atualmente ou já tenha sido liberada em algum momento. Digite, no campo indicado do site, o número do processo SUSEP informado em qualquer um dos documentos contratuais (proposta, apólice, endosso, certificado, bilhete, título de capitalização ou outro documento), o qual pode ter um dos seguintes formatos: XXXXX.XXXXXX/XXXX-XX XX.XXXXXX/XX-XX XXX-XXXXX/XX XXXXX.XXXXXX/XX-XX Ao digitar, inclua números, ponto("."), traço("-") e barra("/"). Em seguida clique em "Buscar". Consulta Pública de Produtos - SUSEP http://www.susep.gov.br/menu/consulta-de-produtos-1 As condições do seu seguro serão aquelas com início de comercialização imediatamente anterior a data de início de vigência da sua apólice ou endosso. Quais são as providências em caso de sinistro? Em caso de sinistro, é importante seguir alguns procedimentos para garantir que você possa acionar sua cobertura de forma adequada. Os principais passos são: Registrar a Ocorrência : Documento o evento junto às autoridades competentes, se necessário, como em casos de roubos ou acidentes. Informar a Seguradora : Notifique a seguradora sobre o sinistro, fornecendo todas as informações relacionadas ao evento. Isso inclui detalhes como data, hora, e circunstâncias do sinistro. Preservar os Bens : Tome todas as providências ao seu alcance para proteger os bens segurados e evitar a agravação dos danos. É essencial preservar todos os bens atingidos pelo sinistro para comprovações e inspeções. Documentação Necessária : Prepare e mantenha à disposição todos os documentos que podem ser exigidos pela seguradora, como: Aviso de Sinistro preenchido e assinado Boletim de Ocorrência (se aplicável) Apresente todas as provas da ocorrência do sinistro Documentação dos bens segurados (notas fiscais, fotos, etc.) Outros documentos que comprovem o ocorrido e os prejuízos Não Iniciar Reparos Sem Autorização : Não deve iniciar a reparação dos danos sem a prévia concordância da seguradora, exceto em situações de interesse público ou para evitar mais danos. Realizar a Inspeção : Esteja preparado para permitir que a seguradora inspecione o local e os bens afetados pelo sinistro, conforme sua solicitação. Não assuma a responsabilidade sem o consentimento da seguradora: Não declare "Sou culpado", "Tenho seguro" ou "Minha seguradora vai pagar" Procedimentos Recomendados Colete informações de terceiros para abertura do sinistro Registre contatos (telefone, email) de terceiros e testemunhas Fotografe os danos e o local Anote o endereço do local do acidente Solicite orçamentos de reparo aos terceiros Envie toda documentação à seguradora Ao seguir esses passos, você estará bem posicionado para acionar sua cobertura de seguro corretamente e garantir que sua reivindicação seja processada de forma eficiente. Assistência 24 horas e Sinistro Empresarial Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Capitais e Gdes Centros Telefone Gde São Paulo Telefone Demais Cidades Chat Porto Portal de Cliente Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Nacional Assistência Online Atendimento em Japonês Chat Tokio Portal de Cliente Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Falar com a Allianz Central de Atendimento Canais Digitais Chat Allianz Portal de Cliente Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Capitais Assistência Online Telefone Demais Cidades Chat HDI Portal de Cliente Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Nacional Assistência Online Central de Atendimento Central de Atendimento Portal de Cliente Aviso de Sinistro Whatsapp Aplicativo para Apple Aplicativo para Android Telefone Demais Cidades Telefone Capitais e Regiões Metroolitanas Central de Relacionamento Central de Relacionamento Portal de Cliente Aviso de Sinistro Tire suas dúvidas conosco First name* Telefone* Email* Message* Enviar Seguro em Foco Conte conosco Daruca Corretora de Seguros Ltda CNPJ 74.394.255/0001-12 SUSEP 202050317 Desde 1994
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