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Daruca Corretora de Seguros

Corretor de seguros não é tudo igual. Você sabe diferenciar um do outro?

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    Daruca Online
  • há 3 dias
  • 4 min de leitura

Se você acredita que todo corretor de seguros faz a mesma coisa, é provável que nunca tenha precisado do seguro em uma situação complicada


À primeira vista, todos parecem iguais.


Todos oferecem as mesmas seguradoras.

Pedem praticamente as mesmas informações.

Enviam propostas muito parecidas.

E, muitas vezes, disputam apenas no preço.


Essa semelhança cria uma conclusão rápida — e perigosa:

Se é tudo igual, vou escolher o mais barato.


O problema é que essa igualdade é apenas superficial.


Assim como acontece na medicina, na advocacia ou na engenharia, o que diferencia um corretor não é o produto que ele apresenta, mas o raciocínio que ele aplica antes, durante e depois da contratação.


Quem vende seguro e quem estrutura proteção

Vamos começar pelo ponto que mais gera confusão.


Quem vende seguro é a seguradora.

O corretor não é o produto. Ele é o intermediário.


E é justamente aí que surgem duas atuações completamente diferentes — embora tenham o mesmo nome.


Um corretor pode atuar:


  • apenas como alguém que intermedia uma venda

    ou

  • como um profissional que analisa riscos, estrutura coberturas e acompanha o contrato ao longo do tempo


Ambos são chamados de “corretor de seguros”.


Mas o trabalho entregue — e o resultado quando o seguro é acionado — raramente são os mesmos.


Imagem conceitual representando que escolhas aparentemente iguais podem gerar resultados diferentes — assim como acontece na escolha do corretor de seguros.
Quando tudo parece igual, a diferença costuma estar onde quase ninguém olha.


O corretor que copia, cola e disputa preço

Existe um tipo de corretor muito comum no mercado.

Talvez você já tenha passado por ele sem perceber.


É aquele que:

  • copia o perfil de outro orçamento

  • replica coberturas sem explicar o motivo

  • não revisa cláusulas

  • não fala sobre obrigações

  • e concede desconto para fechar a venda


No momento da contratação, parece vantajoso.

Rápido. Simples. Barato.


Na prática, esse corretor:

  • assume um risco mal estruturado

  • herda defeitos contratuais que não conhece

  • não sabe sustentar a contratação em um sinistro

  • e recebe menos por isso

É o pior cenário possível: mais risco, menos estratégia e nenhuma margem para resolver problemas.


O corretor que pensa antes de cotar

No outro extremo está o corretor que trabalha de forma técnica.


Antes de falar em preço, ele faz algo que muda tudo: pensa.


Ele:

  • entende sua realidade

  • identifica onde o risco realmente está

  • questiona hábitos, rotinas e exposição

  • compara cláusulas contratuais

  • ajusta coberturas, limites e franquias


Esse corretor sabe que:

  • risco mal enquadrado gera conflito

  • conflito gera frustração

  • frustração vira sensação de injustiça


Por isso, ele estrutura o seguro pensando no pior cenário possível, não no valor do prêmio.


A diferença aparece onde quase ninguém olha: no contrato

Dois corretores podem apresentar seguros da mesma seguradora.

Isso não significa que o contrato seja o mesmo — nem que funcione do mesmo jeito.


Às vezes, uma única frase muda:

  • o tipo de peça indenizada

  • a forma de apuração do prejuízo

  • o prazo de comunicação

  • uma obrigação do segurado

Esses detalhes quase nunca aparecem na proposta.


Eles estão nas Condições Contratuais.


E é exatamente ali que o corretor técnico trabalha.


Seguro não é só contratar — é acompanhar

Muita gente acredita que o trabalho do corretor termina quando a apólice é emitida.

Na prática, é aí que ele começa a fazer mais diferença.


Durante a vigência, o corretor aparece quando:

  • orienta sobre obrigações contratuais

  • acompanha o pagamento das parcelas

  • alerta sobre mora

  • orienta sobre alterações de risco

  • revisa o contrato na renovação

Esse acompanhamento reduz drasticamente a chance de negativa no sinistro.


Quase nunca é percebido.

Até o dia em que faz falta.


Por que esse corretor não “briga” por comissão

Existe uma razão simples.

Ele não está vendendo um produto.


Está entregando:

  • análise técnica

  • tempo

  • responsabilidade

  • acompanhamento

  • e risco profissional


O corretor que cobra pouco normalmente faz pouco.

O que ele entrega não é proteção estruturada.

É apenas acesso a uma apólice — algo que o mercado inteiro oferece.


Como você pode diferenciar um corretor do outro


Algumas perguntas revelam mais do que qualquer propaganda:


  • Ele fala só de preço ou explica o contrato?

  • Faz perguntas que te fazem pensar?

  • Explica o que não está coberto?

  • Revisa o seguro na renovação?

  • Orienta sobre suas obrigações?

  • Some depois da venda ou acompanha a vigência?


As respostas aparecem rápido.


Para concluir

Corretor de seguros não é tudo igual.


Alguns vendem acesso ao seguro.

Outros estruturam proteção financeira de verdade.


A diferença entre um e outro não aparece no dia da contratação.

Ela aparece quando o risco se materializa.


E, nesse momento, ter escolhido bem o corretor faz toda a diferença.




Andrea Freitas

Corretora de Seguros

01.02.2026


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